Note que esta seção discute os conceitos acima mencionados apenas teoricamente e não inclui quaisquer procedimentos que mostram como executar reparticionamento de disco passo-a-passo. Tais informações detalhadas estão além do escopo deste documento.
A.2.1. Usando Espaço Livre não Particionado
No exemplo acima, 1 representa uma partição indefinida com espaço não alocado e 2 representa uma partição definida com espaço alocado.
Um disco rígido não usado também recai nesta categoria. A única diferença é que todo o espaço não faz parte de nenhuma partição definida.
Neste caso, você pode criar as partições necessárias usando o espaço não utilizado. Infelizmente, este cenário, embora simples, não é muito provável (a não ser que você recém tenha comprado um novo disco para o Red Hat Enterprise Linux). A maioria dos sistemas operacionais pré-instalados são configurados para que ocupem todo o espaço livre em um drive de disco (Veja
Seção A.2.3, “Usando Espaço Livre de uma Partição Ativa”).
A.2.2. Usando Espaço de uma Partição não Usada
No exemplo acima, 1 representa uma partição não usada e 2 representa a realocação de uma partição não usada para o Linux.
Nesta situação, pode utilizar o espaço alocado para a partição não usada. Primeiramente você precisa apagar a partição, e então criar a(s) partição(ões) Linux apropriada(s) em seu lugar. Você pode apagar a partição não usada e manualmente criar novas partições durante o processo de instalação.
A.2.3. Usando Espaço Livre de uma Partição Ativa
Essa é a situação mais comum e, infelizmente, a mais difícil de se lidar. O maior problema é que, mesmo tendo espaço livre suficiente, este está alocado à uma partição que já está em uso. Se você adquiriu um computador com software pré-instalado, é mais provável que o disco rígido tenha uma grande partição contendo o sistema operacional e os dados.
Além de adicionar um novo disco rígido ao seu sistema, você tem duas opções:
- Destructive Repartitioning
Neste caso, a partição grande única é eliminada e várias outras menores são criadas em seu lugar. Quaisquer dados contidos na partição original são destruídos. Isso significa que é necessário fazer um backup completo. É altamente recomendável fazer dois backups, use a verificação (se estiver disponível em seu software de backup), e tente ler os dados a partir do backup antes de excluir a partição.
Se um sistema operacional de algum tipo instalado naquela partição, ele precisa ser reinstalado também. Atente para o fato de que alguns computadores vendidos com sistemas operacionais pré-instalados talvez não incluam o CD-ROM para reinstalar o sistema operacional original. A melhor hora para checar se isto é aplicável ao seu sistema é antes de destruir sua partição e a instalação do sistema operacional original.
No exemplo acima, 1 representa antes e o 2 representa depois.
Qualquer dado apresentado anteriormente na partição original é perdida.
- Reparticionamento Não Destrutivo
Com reparticionamento não-destrutivo que você executar um programa que transforma uma grande partição em uma menor sem perder qualquer um dos arquivos armazenados nessa partição. Este método é geralmente confiável, mas pode consumir muito tempo em drives grandes.
Enquanto o processo de reparticionamento não-destrutivo é um tanto direto, existem três passos envolvidos:
Comprimir e fazer backup dos dados existentes
Redimensionar a Partição Existente
Criar novas partições.
Cada passo é descrito mais tarde, mais detalhadamente.
A.2.3.1. Compactando os Dados Existentes
Os números a seguir mostram, o primeiro passo é compactar os dados na sua partição existente. Isto é feito com o intuito de reorganizar os dados para maximizar o espaço livre no "final" da partição.
No exemplo acima, 1 representa antes e o 2 representa depois.
Este passo é crucial. Sem ele, a localização dos dados pode impedir que a partição seja redimensionada para a extensão desejada. Note também que, por uma razão ou outra, alguns dados não podem ser movidos. Se este for o caso (e isto restringe fortemente o tamanho de sua(s) nova(s) partição(ões)), você talvez seja forçado a repartir seu disco destrutivamente.
A.2.3.2. Redimensionar a Partição Existente
Figura A.12, “Drive de Disco com Partição Redimensionada”, mostra o processo de redimensionamento real. Enquanto o resultado real da operação de redimensionamento varia de acordo com o software usado, na maioria dos casos o espaço recém-liberado é usado para criar uma partição não-formatada do mesmo tipo que a original.
No exemplo acima, 1 representa antes e o 2 representa depois.
É importante entender o que o software de redimensionamento que você está usando faz com o espaço recém liberado, assim você poderá seguir os passos apropriados. No caso que ilustramos aqui, seria melhor deletar a nova partição DOS e criar a(s) partição(ões) Linux apropriada(s).
A.2.3.3. Criar novas partições.
Conforme o passo anterior sugere, talvez não seja necessário criar novas partições. Entretanto, a não ser que o seu aplicativo de redimensionamento tenha a capacidade de lidar com o Linux, é provável que você precise remover a partição que foi criada durante o processo de redimensionamento. A
Figura A.13, “Drive de Disco com a Configuração Final da Partição” mostra isto sendo feito.
No exemplo acima, 1 representa antes e o 2 representa depois.
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